Venha descobrir a magia dos Andes!
Esta é uma oportunidade rara e preciosa que você estava esperando! Diferente de todas as viagens ao Peru, você passará por lugares sagrados e de poder de uma forma íntima e profunda. Esta não é apenas uma viagem turística, mas sim uma viagem espiritual.
Respire a sabedoria sagrada de eras. Medite em templos com mais de 1000 anos. Participe de mudanças nas cerimônias antigas e experencie a magnitude de seu próprio SER. Veja você mesmo respirando o ar místico das alturas das Montanhas Andinas. Seu espírito se elevará pois você estará em uma das mais bonitas e sagradas terras do planeta. Caminhará pelas pegadas da antiga civilização Inka. Os Ancestrais dos povos Andinos ainda vivem neste “Paraíso do Sol” onde ainda reina o coração dos Mestres.
Mais uma vez, o mundo dos Andes como um dos maiores centros culturais e espirituais do planeta. As portas de uma nova dimensão de despertar estão sendo abertas para nós e desenterrando e revivendo conhecimentos antigos e escondidos devido ao começo do novo ciclo cósmico, o décimo Pachakuti. A história Andina é dividida em segmentos de 1000 anos com uma era de transformação no meio a cada 500 anos. Recentemente passamos uma histórica transição em 1992.
Os Povos Andinos chamam de Pachakutek, a “virada dos tempos”. Desde há muito tempo atrás, a cultura Andina guarda zelosamente estes segredos. Agora eles estão desejosos para compartilhar esses conhecimentos antigos. Você está pronto para experenciar sua verdadeira natureza? Agora é tempo de participar de cerimônias sagradas de uma civilização antiga e altamente avançada.
Alguns de vocês sentirão no seu coração o desejo de ir e de experenciar esta sabedoria sagrada do “Paraíso do Sol”.
ENTRANDO NA MAGIA DA PACHAMAMA
Descubra um Peru diferente, os Andes espirituais. Visitaremos os lugares sagrados com o líder Xamã, Mallku, o qual vive, fala e respira o Caminho Mágico dos Inkas e que será o nosso guia nos rituais e cerimônias antigas, cujos segredos foram guardados por um tempo imemorial. Nosso experiente guia será o nosso líder nas cerimônias, meditações, oferendas e rituais.
"JORNADA SOLAR INKA"
PROGRAMAÇÃO
1* Dia – 17 de Junho de 2008 – CHEGADA A LIMA
Vôo a Lima, chegada e recepção. Translado para o hotel. Pernoite em Lima.
2* Dia – 18 de Junho – CHINCHERO E VALE SAGRADO
Vôo pela manhã de Lima a Cusco. ?nibus ao Vale Sagrado. A caminho do hotel pararemos em Chinchero e visitaremos o maravilhoso Altar da Pachamama (Mãe Terra). Pernoite no Vale Sagrado. Descubra a magia de Hatun Chinkana, a qual no caminho espiritual, é um lugar de iniciação. Esta waka (lugar de poder) é um cérebro por ela mesma. Nos permitirá viajar para as dimensões da alma.
Aqui participaremos de um cerimonial de oração à Mãe Terra, Pachamama, para abençoar nossa viagem e nossos desejos pessoais. A oferenda consiste em sementes, pétalas, folhas, ervas, pedras, milho, lã e outros elementos.
3* Dia – 19 de Junho – VALE SAGRADO
Pela manhã visita a Moray, um local muito antigo Inka com terraços circulares usados para criar condições climáticas excepcionais, para aclimatação e hibridação de largas colunas de espécies vegetais selvagens que são modificadas ou adaptadas para o consumo humano. Aqui o nosso xamã nos instruirá com exercícios e caminhadas e meditações no templo circular desse interessante lugar de poder. Depois iremos às salinas de Maras, interessantes poços situados nas montanhas Andinas. São usados até os dias de hoje e são repletos de água salgada. ? tarde exploraremos o Santuário de Ollantaytambo, onde as construções ainda retém a arquitetura original dos Inkas. Teremos a oportunidade de entrar em uma das casas e olhar como as pessoas ainda continuam a viver por anos e anos. Logo que explorarmos a área sagrada, realizaremos uma cerimônia. Iremos ao topo do templo do Sol, no qual os blocos de pedra estão colocados para olhar a vila e o rio Urubamba. Voltamos ao hotel no fim da tarde, teremos uma cerimônia de meditação especial onde seremos introduzidos no Fogo Sagrado (Wilka Nina). Passaremos a noite no Vale Sagrado.
4* Dia – 20 de Junho - ÁGUAS CALIENTES – MACHU PICCHU
Nesta manhã faremos uma viagem espetacular de trem até ?guas Calientes onde iremos primeiro ao hotel antes de ir à famosa cidade de Machu Picchu, nomeada por Mallku de Cidade Cristal, Cidade Arco-?ris, a Cidade do Kondor, Cidade da Paz e a Cidade da Luz.
A beleza lendária desta magnífica cidade não tem descrição. Há muitas trilhas e lugares de poder para serem explorados aqui, e teremos amplas oportunidades para cerimônias para se abrirem às experiências profundas da magia desta cidade e templos interessantes. Guiados por insights esotéricos nos vários templos e lugares de poder. Participem de cerimônias espirituais que o ajudarão na conexão com o seu Eu Divino em uma jornada de transformação interior. No final da tarde teremos a oportunidade de tomar um banho nas fontes quentes de ?guas Calientes. Visitaremos a pequena vila de ?guas Calientes. ?guas Calientes é a cidade mais perto de Machu Picchu (8 km). ? a pequena cidade mais rica do Peru. Tem fontes termais ( relacionadas com o seu nome) onde os muitos turistas irão permanecer após as trilhas Inkas.
5* Dia - 21 de Junho - MACHU PICCHU – “CIDADE CRISTAL” – “CIDADE DO ARCO-?RIS”
De manhã cedo iremos a Machu Picchu para tomarmos parte de uma profunda cerimônia para ganhar confiança em nossa alma e em nosso propósito. Cerimônia de cura em Machu Picchu. Oferendas a Pachamama e possível ascensão na montanha Wayna Picchu se o tempo e as condições climáticas assim o permitirem. Introspecção e contemplação aos mistérios dessa cidade sagrada. Conexão com o pico de Machu Picchu, O Templo da Luz, ou portal do Sol e templo do Trabalho Interno. ? tarde retorno a Cusco de trem e ônibus, pernoite no “umbigo do mundo”.
6* DIA – 22 DE JUNHO - CUSCO
Pela manhã visita a Tipon, um antigo lugar de agricultura com muitos terraços e com um intrigante sistema de irrigação que percorre o templo da ?gua. Pararemos em Cusco para almoço e visitaremos Amaru Machay, a Caverna da Serpente. Cerimônias guiadas neste poderoso local e Q’enqo, o sagrado lugar do Puma. O nosso guia Mallku é especialista em Qenqo e em sua rica história. Passaremos a noite em Cusco.
7* DIA - 23 DE JUNHO - VALE SAGRADO DOS INKAS/ ALTARES INKAS EM CUSCO
Hoje exploraremos um mercado agradável em Pisac e os Altares Inkas em Cusco.
Pela manhã teremos o prazer de conhecer o Mercado Andino em Pisac onde mercados turísticos e tradicionais são os melhores da região. A montanha atrás do vilarejo é considerada um tesouro arqueológico com uma boa razão. Iremos algumas milhas para o topo, de onde poderemos caminhar montanha abaixo em lugares antigos, em uma trilha muito agradável com vistas maravilhosas. Chegaremos no templo Inka Intiwatana, teremos uma cerimônia, então continuaremos até um lugar onde o ônibus nos encontrará durante uma das mais belas caminhadas da região. ? tarde visitaremos Sacsaywaman, o qual é um lugar alto, surpreendente o qual abriga a grande Casa do Sol, onde reside a cabeça do Puma de Cusco. As paredes zigzag megalíticas foram colocadas juntas com uma habilidade interessante, com desenhos de serpente e de outros símbolos andinos. Depois de nosso ritual retornaremos a Cusco.
8* DIA – 24 DE JUNHO - FESTIVIDADE DO SOL – CASA DA LUA
Pela manhã assistiremos as coreografias pela festividade do Sol na cidade de Cusco e logo continuamos à Casa da Lua para trabalhos de iniciação e de reconhecimento de nossa essência divina, ativação das frequências solares e lunares. ? noite, cerimonial com tambores e cerimônia xamânica.
9* DIA - 25 de JUNHO - CUSCO/PUNO- LAGO TITIKAKA
Um dia de viagem de ônibus até Puno visitando lugares sagrados ao longo do caminho. Passaremos a noite em Puno.
Uma agradável viagem até o Lago Titikaka, parando ao longo do caminho no magnífico Templo de Wiraqocha.
Chegaremos em nosso hotel perto de Puno no fim da tarde.
10* DIA - 26 DE JUNHO - LUGARES DE PODER DOS ANDES
Descobriremos o antigo altar de AIMARA à medida que vamos caminhando no caminho sagrado da Serpente Mágica e explorar o Ajayu Marka, o mundo dimensional com as suas portas. Continuamos para Copamaya para uma saudação do espírito de Titikaka e, no final da tarde, visita ao Templo da Fertilidade. Passaremos a noite em Puno.
11* DIA - 27 DE JUNHO - ILHA DO AMOR – AMANTANI
Hoje viajamos até a Ilha Amantani no Lago sagrado Titikaka para descobrir um mundo mágico e de poder. Com o líder espiritual destas comunidades é preparada uma oferenda a Pachamama. Compartilharemos esta experiência na casa dos habitantes onde nos hospedaremos.
12* DIA - 28 DE JUNHO - AMANTANI – PUNO
Cedo pela manhã ascenderemos aos templos mais importantes de toda a região, aliás os templos mais importantes onde os sábios andinos deixaram o conhecimento do céu e da terra, momento de oferendas e meditações. Em horário conveniente retornaremos ao continente e logo até o nosso hotel, descanso. Tempo restante livre.
13* DIA - 29 DE JUNHO - SILLUSTANI, LIMA
Pela manhã visita ao Taj Mahal Andino em SILLUSTANI, outro lugar sagrado para um íntimo ritual. Translado ao aeroporto para o vôo a Lima. Se você sair essa noite, será levado imediatamente ao aeroporto. Se o seu vôo é no próximo dia, será transferido ao hotel em Lima para esta noite.
14* DIA - 30 DE JUNHO - LIMA PARA CASA
Translado ao aeroporto para o seu vôo internacional para casa.
INVESTIMENTO:
-Preço por pessoa: US$ 1985,00 (Hum mil e novecentos e oitenta cinco dólares USA).
-Preço adicional: US$ 610,00 (em apartamento simples)
-FORMA DE PAGAMENTO: 50% do valor - depósito em conta do Banco do Brasil. O restante será pago à vista ao chegar em Lima ou em Cusco.
O QUE ESTÁ INCLUÍDO:
- 07 refeições;
- Vôos aéreos de Lima-Cusco e Juliaca-Lima com as taxas de embarque domésticas;
- Hotéis de três estrelas com café-da-manhã todos os dias;
- Todos os translados;
- Todas as visitas com os ingressos respectivos;
- Companhia de guias especializados em cultura andina;
- Meditações, cerimônias, experiências xamânicas.
O QUE NÃO ESTÁ INCLUÍDO:
- Vôos internacionais e as taxas de embarque.
- Alimentação não mencionada.
- Gorjetas.
- Despesas Pessoais.
- Outros não indicados.
- NOTA:
1-Aconselhamos fazer um seguro médico internacional.
2- O roteiro pode ser modificado se eventos naturais ou políticos o obrigarem, mas seguiremos o espírito do roteiro de
base.
3 - Para viajar para o Peru, o Brasil exige que você tenha o Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela. Você pode obtê-lo gratuitamente, basta tomar a vacina que também é gratuita. Mas lembre-se, apenas alguns postos de saúde emitem o Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela. O certificado é válido por 10 anos a partir do décimo dia após a aplicação da vacina. Não podem tomar a vacina: Mulheres grávidas, crianças até 6 meses, quem tem alergia à albumina (proteína do ovo), diabéticos e portadores do vírus da AIDS, quem faz quimioterapia, recem-transplantados e portadores de doenças crônicas.
4 - Evite trazer folhas de coca ou chá industrializado de coca para o Brasil, pois segundo o DPF a Lei Federal Nº 6368/76 proíbe a introdução de chá ou folha de coca em território brasileiro.
Para agilizarmos a lista de pessoas, solicitamos que nos enviem um e-mail para wagner@xamanismo.com com os seguintes dados: Nome completo, e-mail, telefone e cidade. A indicação é sem compromisso. Entreremos em contato ou vocês mesmo podem nos contactar para maiores informações no caso do interesse em realizar a viagem.
Informações Adicionais do Locais Sagrados a serem visitados
Chinchero, chamado de o “Povo do Arco-Íris” é um lugar espetacular, mais ou menos a 3700 metros, com uma linda vista para a série de montanhas da Cordilheira de Urubamba como também as montanhas de Salkantay que alcança a 6271 metros. Chinchero está entre Cusco e o Vale Sagrado, a nordeste de Cusco a 28km. A cidade de arquitetura hispânica contém as antigas construções Inkas. Seu povo é muito conservador de algumas tradições andinas e roupas. Há uma vista espetacular do vale e bonitas paisagens que circundam a cidade, com a beleza da neve nas montanhas. Chicon e Veronica da série de montanhas Urubamba. Em Chinchero há um altar espetacular, há flores alpinas e é rodeado pelas montanhas cobertas de neve. Aqui participaremos de um cerimonial de oração à Mãe Terra, Pachamama, para abençoar nossa viagem e nossos desejos pessoais. A oferenda consiste em sementes, pétalas, folhas, ervas, pedras, milho, lã e outros elementos. Vale Urubamba: há uma hora de ônibus a nordeste de Cusco está o vale do rio Urubamba. É fácil ver porque o rio é considerado sagrado pelos Inkas com o seu panorama espetacular e vales férteis. O Vale Urubamba é um dos mais férteis vales do planeta. Tudo o que é plantado aqui cresce com um vigor anormal, especialmente o milho. Aqui o milho cresce em tamanho três vezes mais do que cresce no mundo. Este vale é localizado nos dois lados do rio Willkanota. Eles deram vida às pedras e construíram centros urbanos, palácios, templos, trilhas e construções agrícolas.
Moray: um lugar arqueológico com terraços para agricultura, alguns mais fundos que 100 metros. Este “Umbigo da Terra” foi feito para ser um laboratório de agricultura onde os Inkas criaram diferentes micro-climas para crescer uma grande variedade de sementes. Aqui faremos um ritual de metamorfose, equilibrando nosso corpo e mente com energias eletro-magnéticas no Umbigo da Terra. Um importante fator da tecnologia Inka é que ela trabalhava em harmonia com a natureza. Eles usavam as forças naturais, eram mestres em engenharia hidráulica, e sabiam usar a terra. Por exemplo o sistema de “andenerias” ( terraços circulares para agricultura), semeavam em lugares abruptos, e evitavam as erosões. A atração desta área se distingue pela sua linda paisagem ( natureza e montanhas com neve), clima agradável, terras férteis com água em abundância, evidências culturais megalíticas, povos e suas tradições.
Ollantaytambo é um santuário, localizado no distrito de Ollantaytambo, província de Urubamba. Aqui encontramos uma interessante e maravilhosa arquitetura de grande habilidade, acreditando ter sido construído pelos mestres solares. A cidade está a uma altitude de 2.700 m. Os aquedutos de pedra que foram um trabalho mestre de engenharia se estendem por muitos quilômetros, e hoje existem só alguns em funcionamento. A razão é que hoje ninguém está preocupado em conservá-los porque temos quase cinco séculos nos quais os invasores não estavam interessados em agricultura, mas somente em tirar ouro e prata. Ollantaytambo é uma palavra composta Quéchua e derivada de “Ollanta” que é um nome de uma guerreiro Inka e Tambo é uma forma em espanhol de “Tampu” que se refere a uma cidade que oferece estadia, comida e conforto para os viajantes ( hospedagem). Ollanta foi o nome de um capitão Inka cuja história foi mantida como uma tradição e escrita como drama por Antonio Valdez, um pastor de Urubamba, na metade do século XVIII, foi adaptado para uma peça teatral que estreou em 1780. Ollantaytambo foi um santuário muito importante, e também foi um “tampu” para se ter controle das estradas de “Antisuyo” (floresta). Hoje ainda algumas pessoas chamam o santuário de “fortaleza”, o que na prática é impróprio e precisaremos de mais espaço para explicar tudo isso. Esta cidade está localizada no mesmo lugar que os setores urbanos estavam nos tempos inkas. É realmente interessante porque é o único ponto do Peru aonde é possível encontrar pessoas vivendo nas mesmas construções que serviam de casas para a sociedade Inka. Algumas de suas ruas estreitas mantém os seus canais de água onde flui água. As ruas ainda mantém os nomes Inkas. A cidade foi dividida em blocos retangulares com um layout geometricamente bem planejado dando a impressão da cidade ser desenhada por arquitetos modernos. Cada bloco foi composto de “kanchas” (pátio, pequena praça); os portões nas ruas possuem duplas portas o que indica que eram realmente palácios com salas em volta de um pátio central. Pelo menos as partes baixas das construções são originais e feitas de “pirka”, tipo de paredes cobertas de argila e possivelmente tendo pinturas em murais Hoje os telhados foram substituídos por telhas vermelhas e com isso podemos respirar um certo ar de modernidade, pois a cidade tem eletricidade e água encanada, mas em resumo, a cidade ainda tem um jeito Inka. Há algumas décadas atrás em Ollantaytambo, houve um encontro mundial de representações Andinas e declararam a cidade como “Capital Mundial Indígena”. Mas naquele tempo havia alguns esforços para ajudar na conservação da estrutura original; na prática é tão pequeno o que foi e é feito nesse propósito, e é tão triste provar que muitos desses elementos estão sendo perdidos lentamente. Pelo lado leste da cidade está a montanha Pinkuylluna (pinkuyllo= um instrumento de sopro similar a “quena” ou flauta andina) onde existem grandes construções e que há muitos mitos sobre elas. Alguns “eruditos” imaginativos dizem que têm sido uma escola, um hospital, e para outros, prisão. De acordo com a arqueologia e caracterização da arquitetura Inka era “Qollca” ou “Pirwa”, um depósito de comida, roupas e outros elementos. Há muitas entradas e portas para permitir a ventilação e com certeza foram construídas para proteger os produtos estocados. Também algumas outras pequenas construções estão localizadas em pontos e ângulos importantes da montanha que servem como observatórios para controlar o movimento das pessoas do vale. Do lado oeste, no fim da cidade, e atravessando o riacho Patakancha está a grande praça conhecida como Mañay Raqay a qual parece permanecer seu nome original, rodeada por construções de tijolos secos no sol o que era muito importante naquela época. A oeste dessa praça há uma entrada dos Templos. Um pouco mais alto há o templo mais importante: o Templo do Sol o qual foi construído por enormes blocos de porfiro vermelho. A esquerda do Templo do Sol há algumas paredes periféricas e a clássica principal parede de acordo com a maioria dos historiadores faz parte do Alto Altar. Consiste em seis enormes blocos de pedra com peso em média de 60 toneladas e com uniões verticais com algumas outras pedras menores formando uma parede. Parece uma projeção da arquitetura Tiwanaku ou possivelmente os arquitetos trouxeram da região do Lago Titikaka; mas o trabalho final é inteiramente Inka com superfícies completamente polidas as quais poderiam servir como espelho. Na superfície externa do quarto bloco (começando a sudoeste), há alguns símbolos cravados que representam os três estágios do mundo Andino: “Hanan Pacha” (céu), “Kay Pacha (superfície da terra) e “Ukhu Pacha” (sub-solo). Há também algumas saliências cravadas e que foram quebradas. Esta é uma evidência da presença dos que destruíram o Templo do Sol. Nos dias de hoje as pedras fazem parte do fabuloso templo por todos os lugares, nos terraços, pelas praças que estão ao redor, na igreja, onde quer que as pessoas olhem com cuidado. Através da entrada norte do portão do Templo Inka tem uma série de fontes de água e por causa de sua localização faziam “Cerimônias nas Fontes”, para a reverência da água. Há uma fonte em uma construção de tijolos de barro onde a água ainda flui. A leste há outra batizada por tradição como “ Baño de la Ñusta ” (Banho da princesa). Mais para o norte há também outras fontes constituindo um vasto templo dedicado ao culto do “Unu” (água). Pelas redondezas há um setor que hoje tem o híbrido nome “Inka Misana”, que mostra um aqueduto cravado na face de pedra da montanha e uma fonte, pequenos degraus, alguns pequenos nichos ou falsas aberturas esculpidas na superfície da montanha. Na área mais superior há uma superfície cônica cravada com certeza outro “Intiwatana”, mais para frente há outros módulos os quais fazem parte de um complexo observatório solar usado para medir as variações do Sol durante o ano e também para fixar os solstícios e os equinócios.
Machu Picchu: “A Cidade Perdida dos Inkas”, “Cidade de Luz para os Iniciados”. Um lugar antigo alimentado por poderosas energias naturais circundada por montanhas e túneis extensos. No Xamanismo este lugar serviu de Centro de Iniciação para altos aprendizados. O santuário cobre muitos quilômetros quadrados de construções e terraços conectados por escadas feitas de rochas sólidas em volta das montanhas. Através dos anos, este lugar com atmosfera geofísica foi usado para rituais e experiências de êxtase. Uma lenda Xamânica diz que tocando a testa de alguém no Intiwantana ele abre a visão para o Mundo Espiritual. Experencie o clássico “vôo mágico” de êxtase xamânico. Conjectura Histórica: foi redescoberta por Hiram Bingham em 1911, Machu Picchu foi conhecida pelos Cristãos. A razão de sua existência permanece sob debate. Alguns dizem que foi construída e habitada pela família de um líder Inka, Pachakutek; outros dizem que a principal função de Machu Picchu era para manter o suprimento de folhas de coca para os pastores e para a realeza de Cusco. Bingham adotou a escola de pensamento que a cidade existiu primeiramente como estratégia e propósitos de defesa, outros achados dizem a hipótese que Machu Picchu foi uma Universidade onde as crianças dos líderes de outras culturas Andinas conquistadas pelos Inkas, foram levadas aí para aprenderem o método de vida dos Inkas. À medida que vamos entrando nas praças vazias, câmaras, construções pelo topo da montanha, estaremos incapazes de resistir nossas próprias especulações aos mistérios dessas pedras. Hoje é um Santuário Histórico. Todo o parque tem uma extensão de 80,534 acres (32,592 hectares; 125,83 milhas).
Localidade e Clima: Machu Picchu ( a cidade Inka) está localizada a 112 km(70 milhas) de Cusco, da ferrovia de Cusco. A estação de trem é conhecida como “Aguas Calientes” e fica a uma altitude de 2,000 m (6,560 pés). Desta estação tem ônibus para se chegar no mais famoso grupo arqueológico da América do Sul que está a uma altitude média de 2,450 m (8,038 pés). O clima nesse setor tem algumas características que estão por toda a região, somente para se distinguir as estações: a estação da chuva vai entre Janeiro a Março, a seca vai de Abril a Novembro e em Dezembro temos um pouco de chuva. Machu Picchu está perto da Amazônia, portanto a chance de se ter chuva é possível em qualquer parte do ano. Nos dias mais quentes é possível se ter 30° Celsius, enquanto que nas manhãs mais frias em Junho e Julho a temperatura pode baixar para 5° C, a temperatura média anual é de 16° C. Entre Maio e Agosto o tempo é lindo porque o céu está sempre claro e azul.
Geologia: O Santuário Histórico Nacional de Machu Picchu se encontra em uma estrutura de granito batizado pelo Dr. Isaiah Browman de “ Batólito de Vilcabamba” de mais ou menos 400km. Sua formação pertence na escala geológica à era Paleozóica ou Primária Inferior e tem a idade aproximada de 250 milhões de anos.
Origem do nome: Machu Picchu (como a maioria dos nomes Quéchuas de cidades e de diferentes lugares da região) é uma palavra composta de Machu= velho, ancião, e Picchu= pico ou montanha. Entretanto Machu Picchu é traduzido como “A Velha Montanha”. A famosa montanha que é vista na frente e aparece nas mais clássicas fotos é a Wayna Picchu (Montanha Jovem). Infelizmente os nomes originais dos setores mencionados foram perdidos, Machu Picchu, Wayna Picchu e outros nomes próprios usados hoje são contemporâneos, dados provavelmente pelos fazendeiros da região antes da chegada de Bingham. Entretanto, de acordo com os estudos sobre os documentos do século XVI, o original nome de toda a área deveria ser “Picchu”.
História: sabe-se que Hiram Bingham, um descendente de missionário, foi o homem que redescobriu Machu Picchu para o mundo contemporâneo e para a ciência moderna. Ele foi um historiador Norte-Americano nascido em Honolulu, Hawaii, e que em 1907 ensinou a Geografia e História Sul-Americana na Universidade de Yale. Mais tarde foi escolhido para representar seu país no Primeiro Congresso Científico Pan-Americano no Chile em 1908. Por essa época começou suas atividades como explorador fazendo uma jornada à cavalo de Caracas a Bogotá seguindo o caminho de Simon Bolívar. Seguiu a velha trilha colonial de Buenos Aires a Lima, chegando a essa região Andina em 1909. Foi neste ano, em Abancay, que ele iniciou sua primeira exploração através de Choquekirau, tentando achar a última capital Inka. Muitos mitos foram criados sobre a possibilidade de achar os “tesouros” Inkas, que de acordo com a tradição, foram tomados por Manko Inka em seu refúgio a Willkapampa (willka = sagrado, pampa = plano e a forma espanhola é “ Vilcabamba”); era comum por aquela época achar caçadores de tesouros procurando obter as últimas moradas Inkas. Esta mesma intenção moveu Bingham a estudar algumas crônicas dos Espanhóis, e como conseqüência voltando em 1911 ao Peru com o objetivo de estudar geologia e botânica, e com a certeza de encontrar Willkapampa. Em Cusco, Albert Giesecke, seu compatriota e reitor da Universidade Local, o colocou em contato com Bráulio Pólo e La Borda, dono de Mandor. O senhor do local falou a Bingham que na montanha em frente à propriedade havia construções antigas cobertas pelavegetação onde o gado era perdido freqüentemente, e mais ainda, apresentou Bringham a Eduardo Lizarraga, que alugava fazendas, vivendo na área desde os anos setenta do século 19, o que viu as construções. Em 23 de julho, 1911, Bingham apareceu em Mandor com um policial, Sargento Carrasco, quem o escoltou por ordem do prefeito de Cusco, Juan Jose Nunes. Eles acharam em sua cabana o camponês Melchor Arteaga, quem contou a Bingham sobre a existência dos dois lugares Inkas chamados Machu Picchu e Wayna Picchu, esse camponês foi escolhido por Bingham para ser o guia da cidade Inka. No próximo dia, depois de examinar o campo eles decidiram subir. Depois do almoço eles chegaram em outra cabana onde acharam Anacleto Alvarez e Toribio Recharte, eles eram dois humildes camponeses, os quais viviam junto com as suas famílias na área e cultivavam os terraços pré-hispânicos. Depois de uma pequena parada eles trouxeram um menino como guia para Bingham para ter uma primeira vista nas construções Inkas que estavam completamente cobertas pela vegetação. E assim foi como Bingham, aos 35 anos, apareceu em Machu Picchu, uma felicidade e sorte a qual teve uma grande “descoberta”. Quase imediatamente após a sua primeira exploração ele voltou aos E.U.A. procurando por suporte econômico o qual lhe foi dado pela Universidade de Yale e a Sociedade Geográfica Nacional. Subseqüentemente, o governo Peruano em Lima, vendo o pedido de Bingham para executar os trabalhos em Machu Picchu, e pela lei dada em 31 de Outubro de 1912, foi autorizado a fazer os seus trabalhos e projetos. De acordo com o quarto artigo da autorização de Bingham, ele poderia levar livremente do país todas as peças que obtivessem durante as explorações, mas com o comprometimento de trazê-las de volta a uma simples petição do Peru. Autorização em nome da “etiqueta internacional” que infringiu algumas regras legais e causou irreparáveis danos para a herança cultural do Peru.
O parque arqueológico de Tipon. Tipon é um lugar de grandes fontes de água. É um dos mais importantes complexos de arquitetura em Cusco. Este antigo lugar está a 35 km. a sudeste da capital Inka a uma altitude de 3.600 m acima do nível do mar; a parte mais alta do parque é em Ranraq’asa acima de 3.900 m. Pertence ao distrito de Oropesa, província de Quispicanchis em Cusco.
O Historiador Luis Antonio Pardo diz que o nome real de Tipon pode ter vindo da palavra Quechua, Timpuj o que significa “borbulhando” e se relaciona com a água fluindo das fontes como se o líquido estivesse borbulhando. Este nome foi recentemente inventado pois não se sabe o nome original. Victor Angles diz que Tipon poderia ter sido a Casa Real de Yahuar Waka, o qual permaneceu lá depois de ter sido retido pelos Chankas. Seu filho Wiraqocha lutou com os Chankas e os venceu sendo coroado em vez de seu pai. Garcilaso de la Veja escreveu o seguinte: “Foi determinado que o filho, como a maioria da corte decidiu, deveria ser o cabeça do reino, e para evitar guerras civis eles aceitaram tudo o que o príncipe queria. Depois de concordarem, eles obtiveram a Casa Real entre Maynas e Quispikanchis, um lugar prazeroso com muitos campos, jardins e outras diversões da realeza como a caça e a pesca. A casa foi construída perto do rio Yucay. Angles assumiu que o lugar identificado por Garcilaso é Tipon. O rio Watanay passa perto de Tipon e dois rios menores fluem em volta do complexo. Estes poderiam ser os rios pequenos que Garcilaso escreveu sobre eles.
Muyucmarka: um vórtice onde os Inkas faziam rituais para criar a união perfeita com o Criador e a energia Cósmica(fenômenos de cura ocorrem aqui).
Q’enqo e Amarau Machay (Caverna da Serpente): Q’enqo significa labirinto, zigzag. Localizado a 2 km de Cusco, este templo dedicado a Mãe Terra, é um centro único para cerimônias. Têm muitas cavernas, buracos e canais dentro da rocha. Um deles é uma câmara semi-natural no subsolo. Templo do altar do cerimonial da Morada da Luz e um principal Centro Espiritual. Dedicado ao Puma, os vibrantes vórtices são os mais poderosos para as iniciações e mais o misterioso Amaru Machay – uma poderosa iniciação na Caverna da Serpente.
Cusco: a cidade sagrada de Cusco do império Inka, foi designada por Inka Pachakuti na forma física do Puma. A 11.200 pés acima do nível do mar, Cusco é o coração de Tawantinsuyo, Império pré – Colombiano do Peru. Cusco hoje é a cidade mais antiga habitada da América do Sul, um fascinante e colorido paradoxo do passado e do presente. Quando a antiga cidade era a capital de Tawantinsuyo ela também tinha sido a maior e a mais importante metrópole do continente. Pedro Sancho de La Hoz, um soldado espanhol o qual trabalhou como secretário de Pizarro, escreveu em 1953 que foi achado na cidade mais de 100 mil casas. Santiago Agurto seguindo a densidade da população estima mais ou menos 100.000 pessoas para a zona urbana e 100.000 para a zona rural com uma população total de 225.000 habitantes. Hoje Cusco é considerada a mais antiga cidade do Continente Americano com uma contínua ocupação de mais ou menos 3.000 anos até hoje. O que se sabe tradicionalmente é que a civilização Inka (império ou estado) começou aproximadamente em 1.200 antes de Cristo em sua fase inicial e depois em 1.400 em sua fase expansiva. Uma das mais difíceis épocas da vida da cidade começou em 1533 com a chegada e a subseqüente invasão Espanhola. Em 15 de Novembro de 1533 Francisco Pizarro a achou novamente para o rei da Espanha seguindo a tradição espanhola em 23 de Março de 1534 com o título e nome de: " A MAIS NOBRE E GRANDE CIDADE DE CUSCO ". Em 1535 Pizarro fundou a nova capital em Lima que imediatamente ganhou importância e poder mesmo até hoje. Em 1536 Manko Inka começou uma longa e sangrenta guerra contra os invasores Espanhóis. Finalmente em 1572, depois de uma guerra que durou 36 anos, Tupaq Amaru I, o último Imperador da dinastia Inka foi derrotado, capturado e executado com a cabeça cortada na Praça Principal de Cusco.
Santo Domingo: É o mais magnífico templo das Américas, e recebe os nomes Koricancha ou Templo do Sol. Seus pátios com representações da flora e fauna do império em ouro e prata. Os homens de Pizarro saquearam o templo como parte do resgate real do Inka Atawallpa, o qual foi prisioneiro em Cajamarca pelos espanhóis e morto mais tarde. Um terremoto destruiu o templo de Santo Domingo em 1950 revelando as paredes Inkas que estavam escondidas. Estas paredes no Templo do Sol são alguns dos exemplos da existência dos trabalhos em pedra pelos Inkas. Praça das Armas: Chamada de Wakaypata pelos Quéchuas, significa choro ou lamentação, e se originou das expressões de reverência e celebrações, como as cerimônias militares.
Pisac (2,970m) constitui um dos mais importantes lugares arqueológicos da região. Está localizado mais ou menos há 30 km a nordeste da cidade de Cusco. Possivelmente seu nome vem de um tipo muito comum de perdiz na área conhecida como “Pisaca”. A estrada Inka passa tortuosa pelo cânion e entra no Vale Urubamba em Pisac. A cidade, na entrada agora em ruínas, controla a estrada que conecta o Império Inka com Paucartambo fazendo fronteira com selvas a leste. Subiremos o vale com campos e vastos terraços, trabalhos em pedras e panoramas da magnífica cidade Inka Pisac. A cidade colonial de Pisac na parte baixa do vale foi estabelecida como conseqüência dos famosos “Redutos Indígenas” pelos quais os Quéchuas se juntaram em pequenas cidades. Historiadores sugerem que isto foi estabelecido para proteger a grande capital de possíveis ataques das nações Antis (nome das Montanhas dos “Andes” derivadas dos “Anti”). Hoje ainda é possível observar as paredes que circundam e protegem a mais importante zona da cidade. Dentro da área protegida há vastos terraços de cultivos que suprem comida suficiente para os seus habitantes em caso de conflitos; e também há aquedutos que suprem água para o desenvolvimento da agricultura. Parece que a água para consumo dos habitantes era guardada no lado mais alto da montanha e transportada por canais subterrâneos. A oeste, na superfície quase vertical da montanha, tem uma grande quantidade de escavações: tumbas do grande cemitério pré-Hispanico na região. Hoje o cemitério é conhecido como “Tantanamarka”, e de acordo com as estimativas deve contar mais ou menos com 10.000 tumbas. Pela crença dos Inkas, uma vez que as pessoas morriam, começavam uma nova vida. Entretanto suas múmias eram mantidas com os seus pertences e comida necessária. Quando os invasores chegaram eles logo perceberam que dentro das tumbas Inkas poderiam também achar jóias com pedras preciosas e metais, então começaram com a sua profanação nas tumbas antigas. Por isso o cemitério em Pisac tem a maioria da tumbas saqueadas. Algumas delas ainda estão dentro das covas mas não as suas jóias e pertences.
Intiwatana (Inti = Sol, watana = medidor) é o distrito mais importante em Pisac. Corresponde a um complexo espiritual da cidade e tem construções de melhor qualidade, com muros do tipo sedimentados unidos por pedras polidas com superfície retangular. Sua localização na parte alta das montanhas é imponente e visualmente domina o grande território do vale. É constituído por diferentes templos com diversos altares e diferentes divindades. A dificuldade de informações hoje torna difícil saber quais eram as cerimônias cultuadas nesses templos. Na parte central há um prédio semicircular com uma parede lateral reta onde o portão principal fica para o sul. Pela dedução e pela analogia com outros prédios similares é estabelecido que este foi o Templo do Sol em Pisac. No meio desta construção está um altar cravado na rocha com uma protuberância central cônica conhecida como “Intiwatana” (mas seu original nome deveria ser “Saywa” ou “Sukanka”) e deve ter sido usado para observação dos movimentos solares com a ajuda de outros elementos ou ângulos que servem para calcular a projeção das sombras. O altar serve para diferentes cerimônias relacionadas ao Sol.
Descendo as escadas do Templo do Sol para o lado Sudoeste há uma outra escavação cônica, que certamente foi usada numa relação muito estreita com “Itiwatana”. Descendo mais para oeste, outro altar cravado de pedras com símbolos esculpidos nas rochas representando os três estágios do Mundo Andino, o céu, a terra e o subsolo. Outras esculturas foram usadas como elementos de ajuda para observações solares também.
Mercado de Pisac: A Moderna Pisac é uma vila pitoresca. A vila é muito conhecida pelo seu mercado, o qual atrai centenas de turistas. Apesar de sua popularidade, o mercado retém muito do charme do local, pelo menos na parte onde as pessoas de algumas milhas da redondeza se juntam para vender os seus produtos. Na seção turística do mercado você pode comprar uma variedade de produtos, na maioria das vezes, os mesmos que você vê em Cusco. Pisac é um bom lugar para comprar cerâmica local, incluindo uma variedade de objetos pintados a mão que são multi-coloridos.
Sacsayhuaman (Sacsaywaman) : Localizada há alguns quilômetros da cidade de Cusco. Há imensas paredes no complexo feitas de enormes pedras distribuídas em zigue-zague em três plataformas com a média de 1.181 pés de comprimento. Estas plataformas são conectadas por escadas e patamares de pedras; uma delas é de 2 pés de altura e de 15 pés de altura, pesando mais do que 100 toneladas. O maior bloco de pedra achado em Sacsayhuaman tinha a altura de 27,88 pés e pesava 130 toneladas. Junto com a cidade de Cusco este complexo monumental é considerado uma das sete maravilhas do mundo. Sua enorme construção foi planejada e construída pelo Homem Andino. Os Inkas o chamavam de Templo do Sol. A construção é feita em três plataformas uma no topo da outra, sendo um dos mais importantes centros espirituais dos Andes. Inka Pachakuti e outros líderes espirituais consideram esse lugar como o Templo mais importante dedicado ao Sol.
Raqchi: Na estrada de Cusco a Puno, na cidade de Raqchi, se situa o Templo da cidade Inka dedicado a mais importante entidade: Wiraqocha. Raqchi está na margem direita do rio Vilcanota, em uma altitude de 3.500m (11.500 pés). Aparentemente seu nome pré-Hispânico era “Cacha” e não “Raqchi”. Raqchi era uma vila complexa com construções múltiplas com vários propósitos, incluindo terraços para agricultura, “kanchas” (praças), “wayranas” (construções com apenas 3 paredes), “golgas” ( galpões para estocagem), altares diferentes, fontes de água, etc. A mais importante construção dentro do complexo é o “Templo de Wiraqocha”, construído pelo Inka Wiraqocha em homenagem a super invisível entidade do povo Andino: “Apu Kon Titi Wiracocha”. O altar foi construído depois da aparição de um homem o qual começou a fazer milagres e os habitantes da vila decidiram apedrejá-lo até a morte. Depois de o procurarem, o acharam ajoelhado com os braços estendidos. Imediatamente uma chuva de fogo caiu. E com remorso o homem o deixou livre. O estranho homem apareceu através da costa e submergiu nas águas do oceano desaparecendo para sempre. Depois disso um altar foi construído em sua memória, como também uma representação em pedra foi esculpida. No que se refere à chuva de fogo, poderia ter sido uma erupção do vulcão extinto “Kinsach’ata”. Tem uma grande quantidade de lava seca ( rocha vulcânica) em volta de toda a área. O templo de Wiraqocha é uma grandiosa construção desta área. Arquitetonicamente é classificado como “kallanka”, uma grande construção completamente coberta com um telhado ( madeira e “ichu”).
Lago Titikaka é a Casa do Disco Dourado do Sol. O Peru é uma terra baseada em sabedoria antiga, a qual é vital em nosso Planeta durante esses tempos de transformação. A Vida no Império Inka é medida por um ciclo anual cósmico chamado Inti, o qual significa Sol. Este ciclo de mil anos foi dividido em metades, cada uma delas se referia como Pachakuti (ele que transformou o mundo). A cosmovisão do mundo Andino é a concepção de dualidade. Está em permanente oposição, como o princípio yin e yang que expressa a oposição. Este mesmo princípio da dualidade se aplica a cada Pachakuti. Entretanto Pachakuti também se refere ao tempo de transição que dividiu cada Pachakuti e isto é caracterizado como um tempo de grandes mudanças. Durante os quinhentos anos do oitavo Pachakuti, Pachacuteq, o maior líder espiritual dos Inkas é o criador das regras de Machu Picchu. Foi um tempo de luz quando o Império floresceu e houve a expansão e boa fortuna. O nono Pachakuti, do lado oposto da dualidade, trouxe quinhentos anos de escuridão quando os espanhóis invadiram os Andes. Nós agora estamos entrando no décimo Pachakuti, o qual o povo Andino se refere ao retorno de Pachacuteq, o retorno da Luz. Este é o tempo das cidades cristais etéricas da quarta dimensão como a perdida cidade dourada de Paititi e a cidade etérica eterna embaixo do Lago Titikaka, que estarão novamente disponíveis para nós. Um dos discos solares dos Inkas que havia em Cusco é situado em Qorikancha, o principal templo do Sol, e permaneceu lá até a chegada dos Espanhóis. Neste tempo ele retornou ao Lago Titikaka e se situou na cidade eterna etérica dentro do lago. Na lenda de sua origem este é o lugar onde os primeiros Inkas, Mallku Qapak e Mama Aqllo, entraram na Terra. Mallku Qapak e Mama Aqllo: O disco solar foi usado com a capacidade de um computador cósmico que recebe informação de luz diretamente da fonte da Mente Universal, Wiraqocha, no Universo. Entrando no templo da iluminação e se abrindo, os Inkas poderiam acessar a sabedoria sagrada. Durante esta era de Pachakuti, o sagrado Disco Solar é reativado acessando a sabedoria cósmica. Muitos dos líderes espirituais mundiais, como também professores indígenas conhecem a Energia dos Andes a qual é a expressão da luz eletromagnética do feminino, tendo o seu Centro no Lago Titikaka. Esta área foi o conhecido portal através do qual a nova energia feminina está entrando na Mãe Terra, “PachaMama”.
Gostaríamos de saber como os pré-colombianos e outras culturas tinham preciso conhecimento de astronomia, dimensões planetárias e siderais sem a tecnologia que temos hoje. Estes povos antigos construíam cidades com a orientação do sol, conheciam sobre geografia e magnetismo, equinócios, chegada dos solstícios, passagem do Sol, inclinação dos eixos da Terra, eixos de rotação da Terra de acordo com as eclipses ( plano orbital da Terra) e a órbita elíptica da Terra em volta do Sol. Este é o mistério dos povos antigos, despertando maravilhas sempre que visitamos os lugares sagrados do Peru.
Povo Aymara: Os Povos Aymara, vivendo no Titikaka e nas ilhas, ainda praticam seus métodos antigos de agricultura nos terraços dos tempos Inkas. Eles cultivavam cevada, quinua ( um tipo de sementes com pequenos grãos) e batatas originados no Altiplano. Os remanescentes do povo Andino, os Urus, ainda vivem em flutuações de junco ( um papiro avermelhado que cresce em densas samambaias nos bancos de areia rasos e pantanosos). Do junco, os Urus e outros moradores fazem suas famosas balsas colocando todos juntos tendo a forma dos barcos Egípcios. Os Urus são pessoas simples vivendo sozinhos, mas mesmo assim eles permitem a visita de outras pessoas.
Sillustani é um antigo lugar para enterros perto do Lago Titikaka. As tumbas são construídas acima do chão e com profundo simbolismo. Os povos antigos do Peru acreditavam na mãe terra que criava e regulava a vida. Quando uma pessoa morria, ela era mumificada em posição fetal, como vieram ao mundo. As portas das tumbas eram posicionadas a leste, porque é onde o Sol nascia da mãe terra todos os dias.
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